MUNICÍPIOS

[Cidades][bleft]

GIRO PELO MARANHÃO

[Noticías do Maranhão][bsummary]

CATEGORIAS

[Categorias][twocolumns]

“Em dois meses fiz mais que todos eles em décadas”, diz Gedison Alves

Com a chegada do período eleitoral é comum que informações desvirtuadas circulem em veículos de comunicação e outros canais como grupos de Whatsapp na tentativa de confundir o eleitor. Em Marcos Parente, a 367,9 km da capital Teresina, o ex-prefeito e pré-candidato nas eleições de novembro deste ano, o médico Gedison Alves, vem sofrendo ataques contínuos de maneira pouco convencional.
Gedison Alves foi conduzido ao cargo de prefeito de Marcos Parente por apenas dois meses entre novembro e dezembro de 2016, após decisão do Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que confirmou por maioria de votos, a cassação e a inelegibilidade do prefeito na época Manoel Emídio de Oliveira, e seu vice, Jesoaldo Benvindo, por conduta vedada a agente público e abuso de poder político e econômico nas eleições de 2012. O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (PI) cassou os mandatos de Emídio e Jesoaldo por uso promocional do Programa Minha Casa, Minha Vida e doação de lotes a cidadãos em proveito de suas candidaturas.
O pré-candidato Gedison Alves, relembra o período em que assumiu e disse que mesmo com a instabilidade política manteve-se no propósito de fazer uma boa gestão independente do tempo que tinha. Mesmo confirmado seu direito ao cargo, o médico Gedison Alves afirma que foi e ainda é perseguido. Ele se recorda que, na época, foram enviados vários ofícios ao prefeito cassado para que pudesse dar seguimento à gestão, mas estes nunca foram respondidos. Inclusive foi ventilada a possibilidade de formar uma equipe de transição, mas o pedido foi recusado.
Segundo Gedison, a situação que encontrou a Prefeitura de Marcos Parente foi tão “penosa” que no dia da posse, o prédio precisou ser arrombado, pois tinham sumido até com as chaves do lugar. “Três dias antes, fomos informados que computadores, HDs e outros documentos oficiais foram levados do local e provavelmente destruídos”, disse.
O médico lembra que quando assumiu, Marcos Parente estava com 70% da iluminação pública sucateada e a cidade estava maltratada. “A cidade estava tomada pelo mato, principalmente na periferia, a única ambulância quebrada há meses, hospital sem médicos e uma verdadeiro cemitério de obras inacabadas, algumas delas sem um fim até hoje”, lembra.
Em poucas semanas, afirma Gedison, os moradores já puderam ver a diferença do dinheiro público sendo empregado corretamente. “Fizemos um mutirão de limpeza, conseguimos deixar a cidade praticamente 100% iluminada, contratamos novos médicos. Em dois meses fiz mais que todos eles em décadas. Parecia outra cidade, infelizmente, tudo voltou ao que era antes. Sujeira e escuridão”. O médico destaca ainda a perfuração de um poço artesiano na Vila Guimarães, pedido antigo daquela comunidade.
Escolas climatizadas
Um dos pontos que mais chama atenção em poucos meses de gestão do médico Gedison Alves é que todas as escolas do município foram climatizadas e foi implantado um sistema tecnológico para acompanhamento e evolução dos alunos, MobileEduca. “Compramos 40 equipamentos de ar-condicionado e instalamos nas escolas do município. Foi sem dúvida uma contribuição importante para os servidores e alunos, isso tudo em apenas dois meses. Fizemos a nossa parte e sempre atendendo os interesses da comunidade”, destacou.  
O médico se orgulha de ter deixado a prefeitura de Marcos Parente com a folha de pagamento quitada, além da cobertura do décimo terceiro salário para os professores da rede municipal e 14º dos agentes de saúde, bem como dinheiro em caixa nas pastas da Saúde, Assistência Social e Fundeb. INFORMAÇÃO DO OXENT 

Nenhum comentário: